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terça-feira, 7 de julho de 2009

Egoístas, sim!

Vejo gente se multiplicar, contorcer e plantar bananeira pra ajudar o próximo, mas isso não adianta de nada quando não se está bem consigo mesmo. Não sei que programa estava vendo, provavelmente era o Saia Justa do GNT, que devemos ser mais egoístas, e eu concordo.

Concordo sim em ajudar as pessoas, aquele papinho de ajuda o próximo, ir pro céu... mememe... Uma característica minha, que às vezes me atrapalha, é de ser prestativa. Mas me ensinaram a ser um pouquinho mais egoísta por alguns motivos.

Primeiro que tem gente que só nasceu pra sugar o que os outros tem a oferecer, seja emocional, material ou stuffs do além. Se você tem amor, ótimo. Fama, melhor ainda... Imagine dinheiro! Tô cobrando até compaixão, se for ncessário. Cada vez que quebro a cara, coloco mais um tijolinho no muro em que me separa desses meros mortais.

A segunda coisa é que não adianta querer ajudar se é você que precisa de ajuda. Não consegue ajudar o amiguinho e se ajudar. A partir daí virei uma pessoa neutra, sendo assim, sou boa ouvinte. Pode falar, reclamar, esbravejar, gritar que não vou absorver e, se no meu consentimento valer a pena, ajudo com toda a certeza. Isso aconteceu um dia desses, e como quase sempre, problemas de relacionamentos. Pensei: como posso ajudar se eu tô meio chateada? E pensei de novo: comparado ao problema dela, o meu não é nada. Here we go!

Não tem terceira coisa. Na verdade, a terceira coisa seria falar do meu egoísmo. Acho que todos nós devemos ser egoístas, nos aprimorar e evoluir. Pois, quanto melhores estamos, mais temos força para nos doamos à boas causas. De que adianta visitar um hospital infantil do câncer se não aguenta encarar o seu próprio de frente? Acabará elevando mais tristeza. Agora, se tiver equilibrado e de bem consigo, levará o que realmente o que elas precisam.

Primeiro eu, depois eu e só depois o amguinho. Primeiro eu por motivos agora óbvios, segundo eu para me enquadrar e não me envolver com o problema alheio, depois o amiguinho por que ser prestativa é uma coisa que não consigo mudar, nem quero.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Aos pseudo-sumidos

Se todos os dias aprendemos uma coisa diferente, imagine em uma semana! Essa, podemos dizer, que foi a semana da reaproximação.

Só dessa vez não vamos falar de mim, mas da consideração de algumas pessoas comigo. Porque, amigos, amigos, mas tem sempre aqueles que a gente considera mais, não é? O que não sabia era o quanto sou importante para algumas pessoas. E o mais interessante é que elas nunca ficaram chateadas comigo pela minha ausência, mas por que sentiram saudades e não as procurei quando o mundo estava desabando. Porque eu não sei manter amizades, isso é fato. O bom é que eles sabem! xD

Finalmente vamos ao que interssa! O que eu aprendi essa semana foi que mesmo não vendo, ouvindo/lendo e falando/escrevendo com nossos amigos, não quer dizer que eles não estão presentes e que não podem fazer a diferença em cada detalhe. Tá, isso eu já sabia e, provavelmente, você também... Porém, eu só precisei confirmar a teoria. É muito bom se sentir querida.

Redescobrir amizades verdadeiras é um estimulante de vibrações boas.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Eu não ligo ;D

Essa é minha mais atualizada fase. Sim, eu continuo telefonando e recebendo ligações, Mas isso é obvio, pois é essencial na vida de uma garota falar ao telefone. Mesmo sendo uma coisa meio desatualizada, eu continuo utilizando. Viva o MSN! Viva!

O que eu não ligo é pra você! É você mesmo! Eu não ligo se você não tem o que fazer ou se tem. Não ligo para seus problemas imaginários. Não ligo para seu carro legal. Não ligo para suas tentativas de exibicionismo. Para suas mensagens subliminares e para onde você vai ou foi ou ia no final de semana. Eu não ligo se você se apaixona todo mês. Eu não ligo que me olhe torno ou que me ignore (é até melhor pra mim... fikdik). Eu não ligo para seu time, sua cor preferida ou para sua última fofoca.

Eu simplesmente não ligo. ;D


Texto encomendado e explicativo.

domingo, 14 de junho de 2009

Volubilidade

Pra começar, eu adoro essa palavra. O livre arbítrio nos deu o direito de mudar de opinião e de atitudes quando a vontade e a necessidade surgem. Uma das coisas mais bonitas que acho no ser humano é mudar sua opinião aderindo o que acha verdade e certo.O que vim falar realmente é sobre a volubilidade dos sentimentos alheios. Queria entender melhor como funciona a cabeça das pessoas que tem um parafuso a menos. Por exemplo eu, que não sou muito normal,diga-se de passagem, tenho meus sentimentos aflorados a partir de estágios contínuos que são: primeiro eu fico em furia contida, tipo psicopata; depois eu fico grossa, agressiva, choro, choro, choro e, por fim, fico quietinha igual um anjo. E pode contar que sempre será assim (mas isso não quer dizer que você vai presenciar todos eles!).

A minha análise do sentimento alheiro vem a partir de nicks de msn. Como alguém pode dizer que está evoluindo com um emotion chorando ao lado? Outros dizem que estão felizes, mas com um subnick dark do estilo 'cortei meus pulsos'. A facilidade com que essas pessoas tem de variar o que estão sentindo me impressiona, mas o que me deixa mais assustada é elas estarem felizes e tristes ao mesmo tempo! Cara, um dia eu aprendo. Deve ser bom, né? De minuto em minuto a personalidade muda. Amigos de psicologia, belo tema de monografia! Olha como sou bacana.
Ps: Estou feliz. Hahaha!.. Ou não. oO