• RSS
Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Confiança

Vamos tentar definir o abstrato: A palavra 'confiança', segundo um dicionário online, significa a fé que depositamos em alguém. No meu conscentimento, quando se conhece um pessoa e se está em um relacionando com a mesma, seja amigável ou amoroso, isso é essencial para se poder caminhar juntos.

Para provar a força dessa palavra, digo que até mesmo quando cortamos relações, ela continua presente. Até por que, o outro sabe muito de você. É necessário ter confiança até nos 'inimigos', para que não revele seus podres ou crie encrenca com alguém. Mesmo que o segredo do outro possa se tornar uma chantagem, mas isso já é história pra outro post.

Eu encaro da seguinte forma: Somos amigos, somos. Somos amantes, somos. E a partir dái, a barrinha da confiança está no 100. Ela varia, certamente, mas pra chegar no zero, precisa de muito esforço. A minha facilidade é assustadora, mas acho que é por que não sou de ter muitos segredos.

O que eu queria saber mesmo era como funciona a barrinha das pessoas. O que é necessário acontecer para que elas tenham tanta desconfiança de alguém? Talvez seja amor demais, descontrolado amor. Fraternal ou não, causa muitos danos. No final das contas, o que não confia se magoa, e o que não a tem, nem se fala! Como provar para as pessoas que se é digno desse previlégio?

Eu ando meio perdida nos sentimentos alheios e estou quase me entregando seriamente à psicologia. Talvez assim eu sofra menos por não entender o objetivo do outro em querer enchergar além dos olhos.

Mas o que leva uma pessoa a não confiar na outra?

Eu, sinceramente, tenho medo da resposta.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Egoístas, sim!

Vejo gente se multiplicar, contorcer e plantar bananeira pra ajudar o próximo, mas isso não adianta de nada quando não se está bem consigo mesmo. Não sei que programa estava vendo, provavelmente era o Saia Justa do GNT, que devemos ser mais egoístas, e eu concordo.

Concordo sim em ajudar as pessoas, aquele papinho de ajuda o próximo, ir pro céu... mememe... Uma característica minha, que às vezes me atrapalha, é de ser prestativa. Mas me ensinaram a ser um pouquinho mais egoísta por alguns motivos.

Primeiro que tem gente que só nasceu pra sugar o que os outros tem a oferecer, seja emocional, material ou stuffs do além. Se você tem amor, ótimo. Fama, melhor ainda... Imagine dinheiro! Tô cobrando até compaixão, se for ncessário. Cada vez que quebro a cara, coloco mais um tijolinho no muro em que me separa desses meros mortais.

A segunda coisa é que não adianta querer ajudar se é você que precisa de ajuda. Não consegue ajudar o amiguinho e se ajudar. A partir daí virei uma pessoa neutra, sendo assim, sou boa ouvinte. Pode falar, reclamar, esbravejar, gritar que não vou absorver e, se no meu consentimento valer a pena, ajudo com toda a certeza. Isso aconteceu um dia desses, e como quase sempre, problemas de relacionamentos. Pensei: como posso ajudar se eu tô meio chateada? E pensei de novo: comparado ao problema dela, o meu não é nada. Here we go!

Não tem terceira coisa. Na verdade, a terceira coisa seria falar do meu egoísmo. Acho que todos nós devemos ser egoístas, nos aprimorar e evoluir. Pois, quanto melhores estamos, mais temos força para nos doamos à boas causas. De que adianta visitar um hospital infantil do câncer se não aguenta encarar o seu próprio de frente? Acabará elevando mais tristeza. Agora, se tiver equilibrado e de bem consigo, levará o que realmente o que elas precisam.

Primeiro eu, depois eu e só depois o amguinho. Primeiro eu por motivos agora óbvios, segundo eu para me enquadrar e não me envolver com o problema alheio, depois o amiguinho por que ser prestativa é uma coisa que não consigo mudar, nem quero.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Desisto, senhor!

Descobri uma coisa muito interessante, pelo menos pra mim. Quando desisto de alguma coisa, aparece uma lista de opções para eu escolher e seguir. Lembra daquela propaganda do carro que o cara tem que escolher entre duas coisas? Ou aquela do curso de inglês que a menina vai tocando nela mais velha e mostra os caminhos que ela escolheu? É mais ou menos assim. Por isso, não tenho vergonha de falar que desisto. E desistir, é trocar o caminho, e trocá-lo não é vergonha nenhuma, não é? Eles acabam sendo o marco de uma nova experiência, de novas escolhas, das escolhas das minhas escolhas e das que nem são feitas por mim. O feio mesmo é persistir em algo que não está dando mais certo. ;D

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Espera que vou no embalo

Hoje um amigo (não, colega, né?) veio conversar sobre algumas atitudes minhas. Disse umas coisas interessantes as quais prometi pensar. E eu juro que tentei pensar, mas não consegui! Algumas reações minhas são tão por impluso e "definitivas", como a que ele tava me contestando, que depois não consigo fazer mais nada a respeito. Bem que eu queria resolver certos pontos pendentes, mas acho que até nisso a minha preguiça influencia. A verdade é que chega uma hora que eu canso, sabe. Sou dessas que tem que aproveitar o embalo pra fazer as coisas, como levantar, por exemplo. Quando vou ver já estou de pé e quando vou ver já estou fazendo, falando ou qubrando tudo. Então, é só esperar a minha reação tardia e ver no que deu o estrago de tanto acúmulo de m3*#4 jogada do ventilador.

E meu blog é meu diário, sim! ;D