"Quem foi que disse que pra estar junto precisa estar perto?" Eu. Eu estou dizendo que, às vezes, é preciso sim. Grande parte das amizades não se sustenta com pequenas declarações de afeto gratuitas a qualquer momento.
Uma relação saudável de amizade é mais difícil de ser encontrada do que um relacionamento conjugal sério, já que há mais probabilidade de perda e substituição, mesmo que ambas as partes não queiram que este tipo de coisa aconteça. E isso se dá por conta do afastamento cada vez que fazemos escolhas diferentes de como se viver. É inevitável.
Podemos dizer, baseados no senso comum, que a maioria das relações são monogâmicas (oi, Mr. Catra!). Talvez, por esse motivo, acreditamos que é uma realidade controlar nosso parceiro, sabendo onde está e com quem. A amizade, por sua vez, pode ser resumida em uma série de encontros e acasos, já que a quantidade de pessoas que nos cercam é infinita e a rotina de cada um independe da nossa.
Pessoas não precisam de mediadores, o contato direto é sempre uma ótima escolha. O meio é uma forma de requentar aquilo que já foi proposto anteriormente em uma oportunidade física. A verdadeira amizade pode durar anos nesse "forninho" do amor, mas não são todas que irão se manter na temperatura adequada. Então, cuidado!
E, se por algum acaso vocês se afastarem por ciúme, raivinha ou não concordar com certas atitudes, é aceitável. O que não pode existir, em hipótese alguma, é o orgulho. Ele estraga qualquer tentativa de se manter uma amizade estável. Ligue, corra atrás e não tenha medo de tomar aquele "não posso" de vez em quando. Não deve ser mentira, você não está sendo evitado propositalmente, então não tem o que temer.
É preciso vontade. É preciso amor. É preciso presença. É preciso ser proativo. Isso sustenta a amizade!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Tentar menos, ser mais
Como boa geminiana que sou, estou numa pesquisa infinita sobre cada fato do universo. Me alimento todos os dias de informações diversas que podem, ou não, acrescentar alguma coisa em qualquer etapa da minha vida. E vivo assim, nessa constante busca do ser.
Busco tanto que, por vezes, esqueço de ser.
Busco tanto que, por vezes, esqueço de ser.
terça-feira, 17 de julho de 2012
20 e poucos anos de sonhos
Anos atrás. Um dia qualquer. Com pressa. Com fome. Em um fast food.
Sentada estava eu, atrás de três meninas que, no máximo, tinham seus 15 anos de idade. Falavam de meninos, de festinhas e, principalmente, de como seria quando tivessem seus 20 e poucos anos. Queria ter me encaixado em tantos sonhos.
Na verdade, dos sonhos propriamente ditos, tive a maioria deles, a realidade é que deixa a desejar. Criamos tantas expectativas de como será nossa vida perfeita que esquecemos dos obstáculos que no impedem, independente do caminho que escolhamos traçar.
Para alguns isso é um tremendo estímulo. Já, para outros, uma forma de acomodação. E é tão comum ver, nós, jovens de 20 e poucos anos, passeando entre o estímulo e a acomodação em um transe sem fim que já não é mais novidade existir as desistências.
Não que sejamos fracos, mas a busca pelos sonhos chega a ser inevitável e desistir da ordem lógica da vida passa a ser uma necessidade.
Sentada estava eu, atrás de três meninas que, no máximo, tinham seus 15 anos de idade. Falavam de meninos, de festinhas e, principalmente, de como seria quando tivessem seus 20 e poucos anos. Queria ter me encaixado em tantos sonhos.
Na verdade, dos sonhos propriamente ditos, tive a maioria deles, a realidade é que deixa a desejar. Criamos tantas expectativas de como será nossa vida perfeita que esquecemos dos obstáculos que no impedem, independente do caminho que escolhamos traçar.
Para alguns isso é um tremendo estímulo. Já, para outros, uma forma de acomodação. E é tão comum ver, nós, jovens de 20 e poucos anos, passeando entre o estímulo e a acomodação em um transe sem fim que já não é mais novidade existir as desistências.
Não que sejamos fracos, mas a busca pelos sonhos chega a ser inevitável e desistir da ordem lógica da vida passa a ser uma necessidade.
domingo, 15 de julho de 2012
Ter certeza do ser mesmo que não seja
Os anos vão se passando... Os malandros vão ficando trouxas por insistirem sempre nos mesmos truques e os trouxas se tornam malandros por não acreditarem mais em qualquer historinha mal contada. E para facilitar ainda mais a vida, a internet está aí para provar quem é de verdade e quem é de mentira neste mundo moderno.
Não, este não é mais um post de falsidade, até por que, como eu disse, os trouxas são os malandros da atualidade. A farsa, no caso, é do indivíduo consigo mesmo. Depois que o santo Google surgiu, os especialistas se aglomeraram não só na web, mas nas ruas (através dos seus mobiles). Se acham os verdadeiros discípulos do buscador e afirmam com veracidade as mentiras formuladas em seus pequeninos cérebros.
Hoje, a cultura do falar demais e fingir que faz, está presente em nosso cotidiano. Já virou rotina. É válido querer saber mais e compartilhar as informações, mas há a longa distancia entre o ler, o entender, o digerir, o interpretar e o repassar. Está tão normal o ato de simplesmente vomitar conteúdo fazendo cara de quem o tem que as chances de se encontrar alguém que realmente o sabe são quase nulas.
Não é uma crítica, muito menos um aviso. É uma constatação diária da incompetência e da ingenuidade vivendo em harmonia na sociedade.
Não, este não é mais um post de falsidade, até por que, como eu disse, os trouxas são os malandros da atualidade. A farsa, no caso, é do indivíduo consigo mesmo. Depois que o santo Google surgiu, os especialistas se aglomeraram não só na web, mas nas ruas (através dos seus mobiles). Se acham os verdadeiros discípulos do buscador e afirmam com veracidade as mentiras formuladas em seus pequeninos cérebros.
Hoje, a cultura do falar demais e fingir que faz, está presente em nosso cotidiano. Já virou rotina. É válido querer saber mais e compartilhar as informações, mas há a longa distancia entre o ler, o entender, o digerir, o interpretar e o repassar. Está tão normal o ato de simplesmente vomitar conteúdo fazendo cara de quem o tem que as chances de se encontrar alguém que realmente o sabe são quase nulas.
Não é uma crítica, muito menos um aviso. É uma constatação diária da incompetência e da ingenuidade vivendo em harmonia na sociedade.
sábado, 17 de setembro de 2011
O limite dos direitos
Existem palavrinhas que causam certos problemas na hora de definirmos sem a ajuda do dicionário. Algumas pessoas, por exemplo, acham que podem conseguir "dignidade". Sim, é verdade! Outras acham que o "direito" é um substantivo adquirido.
Pois, é. Hoje falaremos de direitos.
Não precisa se esforçar muito para observar que temos diferenças de classes sociais, religião, raça. Observe que eu coloquei distinções "básicas", pois imagine você se eu fosse querer descontruir todos os seres humanos, um por um, e esperar um ponto de igualdade entre eles.
A igualdade, felizmente, não existe. Esta talvez seja uma das coisas que torna o mundo mais interessante e desafiador. A verdade é que, por existirem um infinito de qualificações e rotulações, os grupos com pontos de igualdade mais "visíveis" costumam se aproximar. E se aproximam tanto que geram uma ação inversa à ideia inicial.
Os grupos ficam tão unidos que tentam evitar de todas as maneiras uma aproximação ou interferência de alguém que, teoricamente, não faz parte. Pior que isso, é achar que possiu a verdade absoluta e querer impor aquilo em que se acredita. Você está fazendo isso errado!
Para defender um ponto de vista ou uma posição perante a sociedade, não é necessário atacar aqueles que pensam diferente. Muito pelo contrário! Amigo, se você quiser ser ouvido e tem um pinguinho de bom senso, não será difícil deixar de atacar as pessoas e passar a compartilhar suas ideias sem ofender.
A luta pelo direito não deveria existir, à princípio. Como a vida é uma constante de conquistas, lute, sim! Mas nunca se esqueça que aqui (na Terra) o espaço é multiuso e que todos se completam em algum sentido. Por isso, respeite e aguarde.
